Os frutos secos são parte integrante de uma alimentação equilibrada e saudável. Contudo, têm um elevado valor calórico e devem ser consumidos em pequenas porções.
Podem ser integrados nos lanches como um snack saudável, que pode ter sempre à mão numa caixinha, ou adicionados ao iogurte ou ao leite e, ainda podem ser integrados em sopas, saladas, sobremesas ou outros. Tente escolher as variedades em cru, evitando os fritos, salgados e com açúcar e/ou mel.
Os frutos secos são muito ricos nutricionalmente, aumentando a saciedade e a oxidação das gorduras.
Gosta de uma deliciosa sobremesa mas está sempre a pensar na dieta e no verão que está para chegar, com as idas à praia. Eu já penso mas, também não dispenso uma sobremesa e esta é divinal. Experimentem...
Quando chega o fim de semana e não existe sobremesa, fico um pouco desanimada, parece que a refeição não fica completa, compreendem?
Mas, atendendo à saúde a ao bem estar, nem sempre pode ser. Mas, quando é, é a sério... LOL.
Ou seja, para mim doces a sério, são doces conventuais (ou não fosse eu uma perdida por doce de ovos).
Assim sendo, resolvi experimentar este, que é muito simples de preparar e fica delicioso. Uma textura um pouco diferente dos tradicionais doces conventuais mas, que sem dúvida me convenceu.
Uma sopinha reconfortante para estes dias frios que nos fazem caminhar para o Natal a passos largos... e, uma sugestão para que a sua Ceia de Natal seja mais saudável e, igualmente composta por pratos tradicionais.
Já vos disse que adoro pão caseiro... e o cheirinho que invade a casa!!!
Desta forma, podemos colocar os ingredientes que gostamos mais ou que nos apetecem naquele momento e, desta vez saiu um pãozinho bem mais docinho mas, muito nutritivo.
Nesta 11ª edição do "Convidei para jantar", iniciativa criada pela Anasbageri e como anfitriã A panela sem (de)pressão, convidei o pintor Tjalf Sparnaay.
Tjalf Sparnaay nasceu em 1954 em haarlem, Holanda e, nos últimos 25 anos aperfeiçoou a sua arte, pintando a cada dia alimentos com um realismo espetacular e dando vida a imagens de batatas fritas, hambúrgueres e sobremesas.
Em conversa antes do jantar eu afirmei que gostava imenso do seu estilo mega realístico e Tjalf respondeu-me:
"Os meus quadros mostram a realidade quotidiana, utilizando itens triviais ou mundanos. A minha intenção é dar a esses objetos uma alma, uma presença".
E, como a sua próxima exposição será na Bernarducci.Meisel, Nova York em junho de 2013, pode ser que a receita que preparei para o jantar seja inspiradora.
Eu inspirei-me no livro "Entre tachos e tabuleiros" do Chef Vitor Sobral.
Apetece-me,
apetece-me, apetece-me… um bolo mas, não sei de quê!!!
No frigorífico
tenho… requeijão. Está decidido, bolo de requeijão. E… se adicionar umas nozes
e umas amêndoas? Deve ficar delicioso. Já está é bolo de requeijão com nozes e
amêndoas.
Mas,
para acompanhar nada melhor do que licor de murta roxa (feito e oferecido pela
sogra).
Adoro bacalhau e, confeccionado de qualquer forma. Nunca tinha feito com broa e já andava com curiosidade em experimentar há algum tempo. A avó materna do meu marido faz um bacalhau no forno com amêndoas delicioso e, eu pensei experimentar o meu bacalhau com broa e juntando também amêndoa.