À força de ser considerada alentejana, esta receita algarvia generalizou-se de tal forma no Alentejo, que passou a fazer parte do património gastronómico desta região. Simboliza já no estrangeiro um certo exotismo da cozinha portuguesa.
Ao fim de semana gosto de "estragar" a dieta e comer algo saboroso e descontraído. Foi a vez das Francesinhas (ver história aqui).
A Guloso, marca conhecida em todas as casas portuguesas, tem uns molhos já prontos que facilitam muito a vida das donas de casa e que são muito saborosos.
Quem é que se lembra de dizer isto aos pais quando era criança?
Pois é, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...
Os brócolos tiveram a sua origem na Europa e são cultivado há imenso tempo, desde a época do Império Romano, adaptando-se melhor a climas frios (18-23ºC).
São ricos em minerais - cálcio, ferro, zinco, sódio e cálcio - vitaminas - A, C, B1, B2, B6 E K - e fibra alimentar e possume cerca de 36Kcal por 100g.
São conhecidos pelas suas propriedades anticancerígenas e podem ser consumidos crus, cozidos e grelhados.
Gosto muito de bifes com cogumelos mas, costumava fazer com cogumelos enlatados até experimentar com uns frescos que vieram no cabaz da parceria com O Quintal. Sinceramente, não sei onde andava com a cabeça, pois o sabor nada tem a ver... LOL... Sem dúvida que a qualidade dos produtos está na base de uma boa refeição.
Nesta época natalícia e de frio, em que apetece estar em casa, rodeado pelas pessoas que amamos, num ambiente íntimo e de celebração, é tão bom poder desfrutar de boa comida e bom vinho.
Cada dia que passa tenho a certeza de que vivemos num país sem regras e à mercê de todos.
Há dinheiro?!? Bora lá, vamos gastar (mesmo que não seja preciso). E, assim se amontoam contas para pagar e equipamentos pelos cantos que nunca ninguém irá usar.
Todos os anos isto acontece e o dinheiro é gasto "sem rei nem roque", só porque é para gastar...
Valha-nos a nossa sanidade mental para vivermos com gente desta que pensa que, só porque têm um "cargo mais alto" podem espezinhar toda a gente. É claro que depois quem sofre as consequências é sempre o "mais pequenino" mas enfim... é o país que temos e vamos continuar a ter com estas mentalidades.
Mudando de assunto e para um tema que muito me interessa - gastronomia.
Quando vi esta receita pensei logo na carne picada que tinha em casa à espera de uma solução e não é que a receita me surpreendeu de tão fácil de fazer e de tão saborosa que fica.
Mais uma visita do marido é ocasião para aproveitar e fazer um bom jantar acompanhado de um bom vinho, não concordam?
Pois bem, o vinho Monte Seis Reis Reserva Tinto 2007 acompanha bem com pratos fortes e, como tal optei pela perna de borrego. Não segui nenhuma receita, apenas me lembrei como a minha mãe faz e tentei seguir "mais ou menos" os passos, juntando uns pequenos toques meus, como o Moscatel. O sabor ficou maravilhoso e a carne muito tenra, a nota é positiva.
Mais uma receita ideal para estes tempos de calor que se aproximam... Porquê? Porque não tem hidratos de carbono e é uma boa sugestão para os jantares e para manter a linha!
Cada dia que passa me surpreendo a mim própria na descoberta e no gosto de sabores exóticos e bem diferentes da minha infância e adolescência.
É um abrir de paladares a que me estou a habituar e nem sempre o consigo fazer "fora de casa", sendo pois prática "quase" regular fazê-lo in home aos poucos...
Esta receita leva-nos ao mundo oriental dos sabores com a conjugação de diferentes especiarias, ficando levemente doce mas não em demasia.
Tenho por hábito, quando estou com pressa, cozinhar com temperos que gosto e que dão sempre certo.
Nunca fui habituada a usar especiarias na culinária, porque o meu pai não gosta. Mas, desde que faço a minha própria comida (que não é assim há tanto tempo), comecei a inventar e a experimentar.
Nada de exageros mas, aos poucos já consigo identificar alguns sabores e até gostar, vejam lá...
Vi esta receita no maravilhoso e sublime blog Suvelle Cuisine que foi um dos primeiros que eu visitei, quando comecei nestas andanças.