A epidemia do século - Obesidade

by @Tertúlia da Susy, em 26 de janeiro de 2018
(imagem retirada da internet)

Ao contrário do que se poderia pensar, o excesso de peso e obesidade nas crianças já não é apenas um problema dos países muito desenvolvidos, mas atinge também os países menos desenvolvidos, em particular nas áreas urbanas.
Globalmente, excetuando a Ásia e a África sub-Sahariana, existem mais pessoas obesas do que com peso a menos, e isso tem sido associado a uma maior mortalidade.
O IMC (índice de massa corporal) é considerado como a medida mais utilizada e fiável para medir a obesidade e o excesso de peso numa população adulta, pela sua facilidade de aplicação em ambos os sexos e a todas as idades adultas.
Um IMC elevado constitui um maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, problemas músculo-esqueléticos e alguns cancros. A obesidade na infância está associada a um maior risco de obesidade, incapacidade e morte prematura na idade adulta. As crianças obesas apresentam maior dificuldade em respirar, maior risco de fraturas, maior risco de hipertensão arterial, marcadores precoces de doença cardiovascular, insulinorresistência e efeitos psicológicos negativos.
A causa fundamental da obesidade e do excesso de peso é o desequilíbrio energético entre as calorias consumidas e as calorias despendidas.
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